Nem todo sofrimento aparece de forma evidente: sinais de que alguém pode não estar bem

Nem sempre quem está sofrendo demonstra isso de maneira clara.

Algumas pessoas continuam trabalhando, estudando, cuidando da família e mantendo compromissos enquanto enfrentam ansiedade, tristeza, esgotamento ou outros problemas de saúde mental.

Por isso, olhar apenas para aquilo que é visível pode fazer com que sinais importantes passem despercebidos.

Quais sinais podem indicar que alguém não está bem?

Algumas mudanças merecem atenção, principalmente quando persistem ou são diferentes do comportamento habitual da pessoa:

• Isolamento ou afastamento de pessoas próximas
• Irritabilidade ou mudanças frequentes de humor
• Alterações importantes no sono
• Cansaço constante e falta de energia
• Perda de interesse por atividades antes prazerosas
• Dificuldade de concentração
• Queda no rendimento profissional ou acadêmico
• Mudanças no apetite ou autocuidado
• Preocupação excessiva ou pensamentos negativos recorrentes
• Falas relacionadas à desesperança, à morte ou à falta de sentido

Um único sinal não permite concluir que existe um transtorno mental. O contexto, a intensidade, a duração e o impacto na vida da pessoa precisam ser considerados.

O que fazer quando perceber esses sinais?

Antes de tentar encontrar uma solução, procure escutar.

Uma pergunta simples como “Você está bem de verdade?” pode abrir espaço para uma conversa importante.

Evite minimizar o que a pessoa sente ou responder com frases como “isso é falta de força de vontade” ou “todo mundo passa por isso”.

Escutar sem julgamento não resolve tudo, mas pode ser o primeiro passo para que alguém aceite buscar ajuda.

Quando é importante procurar ajuda profissional?

Quando o sofrimento começa a interferir na rotina, nos relacionamentos, no trabalho, no sono ou na capacidade de realizar atividades do dia a dia, uma avaliação profissional pode ser importante.

O acompanhamento psiquiátrico permite investigar os sintomas, compreender seu contexto e avaliar as possibilidades de tratamento de forma individualizada.

E existe algo que considero fundamental:

Não precisamos esperar alguém chegar ao limite para levar seu sofrimento a sério.

Cuidar da saúde mental também significa perceber mudanças sutis, perguntar, ouvir e oferecer apoio.

Nem todo sofrimento aparece.

Às vezes, ele está escondido atrás de um “estou bem”.

Dra. Michelle Vilar
Psiquiatra
CRM 96072
RQE 92918

Michelle Vilar

CRM 96072 | RQE 92918

• Graduada em medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Alfenas em 1998;
• Pós Graduada em Psiquiatria pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo;
• Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental pelo Centro de Estudos de Terapia Cognitivo Comportamental de São Paulo;
• Especialista em Psiquiatria pela Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP.

A Dra. Michelle Vilar é médica psiquiatra, CRM 96072 | RQE 92918, com mais de duas décadas de experiência na medicina e atuação dedicada ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento de transtornos mentais em adultos. É graduada em Medicina pela Universidade de Alfenas, especialista em Psiquiatria pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), pós-graduada em Psiquiatria pela Santa Casa de São Paulo e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental.

Seu trabalho é baseado em uma abordagem humanizada, ética e fundamentada em evidências científicas. Cada consulta é realizada com tempo adequado para compreender não apenas os sintomas, mas também a história de vida, o contexto familiar, profissional e emocional de cada paciente, permitindo um plano terapêutico individualizado.

Atende pacientes de todo o Brasil por telemedicina, oferecendo acompanhamento para ansiedade, depressão, transtorno bipolar, TDAH em adultos, burnout, insônia, transtornos do humor e outras condições relacionadas à saúde mental. Também possui experiência no atendimento de profissionais, empresários e pessoas que enfrentam alta demanda emocional e desejam recuperar equilíbrio, funcionalidade e qualidade de vida.

Mais do que tratar doenças, seu propósito é ajudar cada pessoa a retomar sua autonomia, fortalecer seus relacionamentos e viver com mais bem-estar. O compromisso com a escuta qualificada, a atualização científica constante e o cuidado individualizado fazem parte de uma prática médica pautada pela excelência e pelo respeito à singularidade de cada paciente.

Cuidar da saúde mental é investir em qualidade de vida. E esse cuidado começa com confiança, acolhimento e uma medicina exercida com responsabilidade, conhecimento e humanidade.

Consulta com Psiquiatra por Telemedicina

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